Comecei o dia apanhando quatro diferentes autocarros: o primeiro até Margão, o segundo até Panjim, seguindo-se um outro até Pomburpa e, finalmente, outro até Calangute (sem esquecer que no regresso, à noite, foram utilizados mais dois!).
Logo após Margão, esta mesquita recentemente construída

Depois um imprevisto... a ponte por onde deveria atravessar o rio fechou neste dia para obras de manutenção, sendo necessário tomar um
ferry! Junto ao local de embarque uma imagem de S. Francisco Xavier (
este tipo de imagens, normalmente protegidas com vidro a toda a volta, são muito frequentes nas áreas de influência portuguesa, quando não é S. Francisco Xavier é S. Sebastião...)

A aguardar o barco...

...a embarcar no
Aguada...

...barco gémeo do
Aguada atracado na outra margem...

Já na outra margem, o desembarque, vendo-se as duas pontes que aqui atravessam o rio: a ferroviária e a rodoviária (
em manutenção)

Depois de Pomburpa, que mostro num outro
post, cheguei a
Calangute que penso ser a praia mais frequentada de Goa. Aspectos de uma das ruas que leva à praia


E a praia é "isto": gente e mais gente, na água, no areal e... no ar (
pára-quedas puxados por barcos ao longe)!




Talvez o mais conhecido restaurante de Goa, o
Souza Lobo (
exterior e interior) onde almocei


Depois de almoço "contratei" um táxi para visitar Anjuna, Vagator, o forte Aguada e a igreja Reis Magos.
A praia de
Anjuna é maioritariamente frequentada por estrangeiros (
li algures que por cada 5 caras brancas só há uma indiana... penso que não é tanto assim...) vindo a sua fama do facto de nos anos 70 ter sido muito frequentada por
hippies. Daqueles tempos mantém-se a fama, acrescida agora com as festas (
música trance), o mercado junto à praia e restaurantes e a feira semanal nocturna que aqui se realiza (
o flea market - mercado das pulgas das quartas à noite).
A praia e as seus rochedos...

...restaurantes na falésia e...

...pequeno mercado junto aos restaurantes.


Daqui até à praia de
Vagator foi um instante

De um lado a praia e do outro o forte
Chapora (
construção portuguesa)

O destino seguinte, um pouco mais longe, foi a
fortaleza de Aguada. Esta fortaleza foi construída em 1612 como ponto de defesa e de abastecimento das naus portuguesas. Para além duma enorme cisterna de água (
10,8 milhões de litros) com cinco divisões e suportada por 16 gigantescas colunas, a fortaleza dispunha de farol (
só desactivado em 1976), fossos e canhões.

Interior da fortaleza

Fosso

O antigo farol, vendo-se em primeiro plano a cisterna e os "respiradores" desta

A terminar o dia, antes de voltar a Benaulim e conforme havia sido combinado, a última visita seria à igreja de Reis Magos. Escrevi
seria... mas não foi! Não sei porquê (
desconhecimento? era mais perto?) mas o taxista levou-me à
igreja de Nossa Senhora dos Remédios em Nerul. Apesar de esta igreja me parecer menos majestosa do que imaginava ser a de Reis Magos, o facto de estar em obras, com altares e imagens tapadas, levou-me a acreditar que estava onde queria! (
só cerca de um mês mais tarde, quando voltei a estas paragens, verifiquei o engano!).



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