quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Udaipur - Templo hindu - Jagdish Mandir

Para se chegar ao Jagdish Mandir é necessário subir esta imensa escadaria que no cimo é ladeada por dois elefantes de pedra (praticamente em tamanho natural). Construído no séc. XVII, é dedicado ao Deus hindu Vishnu, que representa a bondade. Este templo é o mais conhecido de Udaipur.
No cimo das escadas o temploPormenores da decoração exterior do templo

Duas fotos do interior do templo (na primeira foto vê-se, ao fundo, a imagem de Vishnu)
Depois de subir... é preciso descer! Na escadaria alguns pedintes "profissionais"Clicar para voltar à 2ª quinzena

Apontamentos marginais - 5

Os beedis
Pronunciando-se biidi, o beedi ou bidi é um fino cigarro indiano feito de tabaco normal, mas envolto numa folha de tendu (ou temburini, da família dos diospireiros) e amarrado com um fio fino e colorido na ponta. São bastante menores que os conhecidos cigarros mas, segundo os entendidos, são mais prejudiciais, pois para se manterem acesos exigem que o fumador inale com mais frequência e mais profundamente. Segundo as estatísticas mais de 80% dos cigarros fumados na Índia são beedis e no seu fabrico, muito artesanal, trabalham cerca de 20 milhões de pessoas!
Um maço de cigarros custa 65 ... 70 rupias, enquanto que um maço de beedis custa menos de 10!
Deixo a seguir uma foto de um homem fazendo beedis, sendo que nestes a parte exterior é de folha de bananeira! Começa por fazer um "canudinho" de folha de bananeira, amarra-o com um fio colorido, enche-o com tabaco picado, calca-o com um arame e fecha a ponta. Está pronto um beedi!Nesta foto mostro três diferentes marcas de beedis (cada pacote tem 25 beedis). Os beedis que se vêm no meio, amarrados com um elástico cor de laranja, são exteriormente de folha de bananeira e foram comprados ao homem que mostrei acima.
Uma das embalagens acima depois de "desembrulhada". A marca é 30 e tem 25 beedis.
Clicar para voltar à 2ª quinzena

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Até às praias de Calangute, Anjuna, Vagator,...

Comecei o dia apanhando quatro diferentes autocarros: o primeiro até Margão, o segundo até Panjim, seguindo-se um outro até Pomburpa e, finalmente, outro até Calangute (sem esquecer que no regresso, à noite, foram utilizados mais dois!).
Logo após Margão, esta mesquita recentemente construídaDepois um imprevisto... a ponte por onde deveria atravessar o rio fechou neste dia para obras de manutenção, sendo necessário tomar um ferry! Junto ao local de embarque uma imagem de S. Francisco Xavier (este tipo de imagens, normalmente protegidas com vidro a toda a volta, são muito frequentes nas áreas de influência portuguesa, quando não é S. Francisco Xavier é S. Sebastião...) A aguardar o barco...
...a embarcar no Aguada......barco gémeo do Aguada atracado na outra margem...
Já na outra margem, o desembarque, vendo-se as duas pontes que aqui atravessam o rio: a ferroviária e a rodoviária (em manutenção)
Depois de Pomburpa, que mostro num outro post, cheguei a Calangute que penso ser a praia mais frequentada de Goa. Aspectos de uma das ruas que leva à praiaE a praia é "isto": gente e mais gente, na água, no areal e... no ar (pára-quedas puxados por barcos ao longe)!
Talvez o mais conhecido restaurante de Goa, o Souza Lobo (exterior e interior) onde almocei
Depois de almoço "contratei" um táxi para visitar Anjuna, Vagator, o forte Aguada e a igreja Reis Magos.
A praia de Anjuna é maioritariamente frequentada por estrangeiros (li algures que por cada 5 caras brancas só há uma indiana... penso que não é tanto assim...) vindo a sua fama do facto de nos anos 70 ter sido muito frequentada por hippies. Daqueles tempos mantém-se a fama, acrescida agora com as festas (música trance), o mercado junto à praia e restaurantes e a feira semanal nocturna que aqui se realiza (o flea market - mercado das pulgas das quartas à noite).
A praia e as seus rochedos...
...restaurantes na falésia e...
...pequeno mercado junto aos restaurantes.
Daqui até à praia de Vagator foi um instanteDe um lado a praia e do outro o forte Chapora (construção portuguesa)
O destino seguinte, um pouco mais longe, foi a fortaleza de Aguada. Esta fortaleza foi construída em 1612 como ponto de defesa e de abastecimento das naus portuguesas. Para além duma enorme cisterna de água (10,8 milhões de litros) com cinco divisões e suportada por 16 gigantescas colunas, a fortaleza dispunha de farol (só desactivado em 1976), fossos e canhões.Interior da fortaleza
Fosso
O antigo farol, vendo-se em primeiro plano a cisterna e os "respiradores" desta
A terminar o dia, antes de voltar a Benaulim e conforme havia sido combinado, a última visita seria à igreja de Reis Magos. Escrevi seria... mas não foi! Não sei porquê (desconhecimento? era mais perto?) mas o taxista levou-me à igreja de Nossa Senhora dos Remédios em Nerul. Apesar de esta igreja me parecer menos majestosa do que imaginava ser a de Reis Magos, o facto de estar em obras, com altares e imagens tapadas, levou-me a acreditar que estava onde queria! (só cerca de um mês mais tarde, quando voltei a estas paragens, verifiquei o engano!).Clicar para voltar à 1ª quinzena

Visita ao pintor Vamona Navelcar

A caminho de Pomburpa, para visitar o pintor Vamona Navelcar, meu amigo e professor de amigas e amigos meus, dois templos: primeiro um hindu e......depois um católico - a igreja do Salvador do Mundo (passei por aqui cerca de um mês depois e a igreja já estava limpa e pintada de um branco imaculado!)
Três fotos do pintor Vamona (que actualmente assina como Ganesh) em sua casa e estúdio
Seguem-se três pinturas já com uns anos.
Clicar para voltar à 1ª quinzena