segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Apontamentos marginais - 19

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Um bilhar muito especial!...
Este é um post pequeno e quase sem texto... é só para mostrar uma mesa de bilhar que encontrámos...
É uma mesa quadrada, com quatro buracos (um em cada canto) e que se joga como umas "patelas" tipo jogo de damas. Cada jogador tem um conjunto de patelas e tenta metê-las nos buracos com a ajuda de uma patela maior, comum aos dois jogadores... é como se fosse um jogo de snooker! Para as bolas (...patelas!) deslizarem melhor, a mesa é polvilhada com pó de talco de vez em quando...
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domingo, 13 de novembro de 2011

Erumely - festival dedicado a Lord Ayyppa

Este post é dedicado a um festival/peregrinação que se realiza todos os anos na cidade de Erumely (não sei ao certo... mas ficará a uns 25... 30 quilómetros de Chamundi). É dedicado a Lord Ayyppa (um deus da religião hindu) e dura dois meses. São milhares e milhares de pessoas que transformam esta peregrinação numa das maiores da Índia (li mesmo algures ser esta a maior peregrinação indiana!). O templo tem anualmente 45 a 50 milhões de visitantes (a maior parte deles durante os dois meses do festival) e, facto importante, penso que único em todo o mundo, é que durante o festival, e antes de se dirigirem ao seu templo, os hindus visitam e celebram também na mesquita local, que se mantém permanentemente aberta enquanto dura o festival. Uma outra particularidade é que só os homens participam nas festividades!
Chegada de um grupo de peregrinos com os seus pertences (geralmente uma muda de roupa e pouco mais...).
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Os peregrinos começam por visitar o Petta Sree Dharma Sastha Temple
 
  
Passada a porta principal os peregrinos circulam por aqui e...
 
...dirigem-se à mesquita...
  
...no outro lado da rua para...
...aí, a título de oferenda, partirem um coco contra uma parede...
...são milhares e milhares de cocos partidos... (Petta Sree Dharma Sastha Temple visto da mesquita e parte das cascas de coco).
Daqui os peregrinos deslocam-se para o Sabarimala Lord Ayyappa Temple
Sempre em grupos, acompanhados de músicos, com os corpos pintados e manifestando uma enorme alegria lá vão...
Pelo caminho muito comércio dedicado ao peregrino... anilinas e frutas
Mas não faltam os estúdios fotográficos... para mais tarde recordar! (só por curiosidade... o grupo que mostro pediu-me para tirar uma fotografia que mandei para alguns dos fotografados e de quem recebi e-mail a agradecer!)
Depois de passar o "pórtico" que mostro acima, depara-se com um grande "coberto" que conduz ao Sabarimala Lord Ayyappa Temple propriamente dito.
No templo não é permitida a entrada a não crentes... fiquei pelo exterior...
As máscaras/coroas são depositadas junto às caixas de oferendas...
A terminar a festa um refrescante banho que limpa o suor e as anilinas que coloriram os corpos...
Uns vão para o rio que passa ao lado e...
...outros para os chuveiros ali instalados!
 
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Um passeio pelas imediações de Chamundi

Tempo é o que mais tenho em Chamundi... Andei à deriva pelas imediações... Começo com uma foto do "centro" da village de Edakkunnam. Este é o maior estabelecimento comercial da localidade e local de paragem dos autocarros...
 Depois de andar uns quilómetros encontrei esta interessante igreja católica (não estava aberta)
 
Pormenor da frontaria
Numa zona de borracha não poderia passar sem visitar uma fábrica, muito rudimentar, é certo, mas fora do vulgar. Na altura estavam a fabricar dedeiras coloridas! Começam por introduzir os moldes em borracha liquida...
Depois de desmoldadas são postas a secar e...
...eis o produto final
 Numa pequena loja a venda de legumes e fruta... repare-se no tamanho do feijão verde!
 
Da minha ida a Kanjirappally ficam estas fotos da pequena cidade que pouco mais é do que uma avenida...
 
 
 Duas igrejas: a primeira a uns três quilómetros de Chamundi e a outra mais longe...
 
 A Pietá na escadaria de acesso
Uma cena bastante vulgar na Índia... um elefante utilizado no transporte...
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Chamundi - as árvores da borracha

Chamundi fica no meio de uma grande plantação de árvores de borracha. Descendo o pequeno monte ficamos envolvidos por estas árvores...
O verde impera, mas os plásticos de protecção dos recipientes que recolhem a seiva (o látex) quebram a "monotonia"...
A extracção da borracha começa aqui na "sangria" das árvores que consiste numa incisão bem fina  por onde irá correr o "leite"/látex que passado algum tempo solidifica no púcaro de plástico ou de coco

Diariamente a borracha solidificada no fundo do "púcaro" é recolhida...
...e após "tratamento" termina nesta máquina a ser espremida várias vezes para lhe retirar quase toda a água e impurezas...
...sendo depois posto a secar... o que visto de longe parecem fraldas de bebé ao sol!...
...e finalmente os "panos" são defumados em estufas e adquirem o "aspecto de borracha virgem"
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